
Como tornar-se um cristão: o que compartilho com quem começa na fé
Como cristão, compartilho o que creio e estudo para orientar quem deseja conhecer Jesus, compreender o evangelho e dar os primeiros passos na fé.
Eu creio que a Bíblia é a Palavra de Deus. Ao estudar a Declaração de Fé, organizo minhas crenças para compreender o que creio e praticar o que aprendo.
Apresento minha profissão pessoal de fé, baseada nos 16 artigos e na Declaração de Fé das Assembleias de Deus. Uso “eu creio” para expressar minha convicção; para consultar a redação institucional, recorro à fonte da CGADB/CPAD.
Organizo minha leitura em 16 temas, no meu ritmo.
Eu creio na inspiração divina verbal e plenária da Bíblia Sagrada, única regra infalível de fé e prática para a vida e o caráter cristão.
Minha reflexão: Como posso reservar um momento para ler a Bíblia com atenção?
Eu creio em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas distintas que, embora distintas, são iguais em poder, glória e majestade: o Pai, o Filho e o Espírito Santo; Criador do Universo, de todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, e, de maneira especial, os seres humanos, por um ato sobrenatural e imediato, e não por um processo evolutivo.
Minha reflexão: Como reconhecer o cuidado de Deus na minha rotina?
Eu creio no Senhor Jesus Cristo, o Filho Unigênito de Deus, plenamente Deus, plenamente Homem, na concepção e no seu nascimento virginal, em sua morte vicária e expiatória, em sua ressurreição corporal dentre os mortos e em sua ascensão vitoriosa aos céus como Salvador do mundo.
Minha reflexão: O que aprendo sobre Jesus ao ler essas passagens completas?
Eu creio no Espírito Santo, a terceira pessoa da Santíssima Trindade, consubstancial com o Pai e o Filho, Senhor e Vivificador, que convence o mundo do pecado, da justiça e do juízo, que regenera o pecador, que falou por meio dos profetas e continua guiando o seu povo.
Minha reflexão: Como buscar direção com oração e leitura bíblica?
Eu creio na pecaminosidade do homem, que o destituiu da glória de Deus e que somente o arrependimento e a fé na obra expiatória e redentora de Jesus Cristo podem restaurá-lo a Deus.
Minha reflexão: Que atitude preciso reconhecer e corrigir?
Eu creio na necessidade absoluta do novo nascimento pela graça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo e pelo poder atuante do Espírito Santo e da Palavra de Deus para tornar o homem aceito no Reino dos Céus.
Minha reflexão: Qual a diferença entre receber a graça e tentar merecê-la?
Eu creio no perdão dos pecados, na salvação plena e na justificação pela fé no sacrifício efetuado por Jesus Cristo em nosso favor.
Minha reflexão: Como o perdão recebido muda minha maneira de tratar alguém?
Eu creio na Igreja, que é o corpo de Cristo, coluna e firmeza da verdade, una, santa e universal assembleia dos fiéis remidos de todas as eras e todos os lugares, chamados do mundo pelo Espírito Santo para seguir a Cristo e adorar a Deus.
Minha reflexão: Como posso servir à comunidade com humildade?
Eu creio no batismo bíblico efetuado por imersão em águas, uma só vez, em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo, conforme determinou o Senhor Jesus Cristo.
Minha reflexão: Quais dúvidas sobre o batismo levarei à liderança local?
Eu creio na necessidade e na possibilidade de termos vida santa e irrepreensível por obra do Espírito Santo, que nos capacita a viver como fiéis testemunhas de Jesus Cristo.
Minha reflexão: Como minha fé pode aparecer em uma decisão concreta?
Eu creio no batismo no Espírito Santo, conforme as Escrituras, que nos é dado por Jesus Cristo, demonstrado pela evidência física do falar em outras línguas, conforme a sua vontade.
Minha reflexão: Como estudar o relato de Atos com respeito e sem pressionar outras pessoas?
Eu creio na atualidade dos dons espirituais distribuídos pelo Espírito Santo à Igreja para sua edificação, conforme sua soberana vontade para o que for útil.
Minha reflexão: Como colocar o bem da comunidade acima do reconhecimento pessoal?
Eu creio na segunda vinda de Cristo, em duas fases distintas: a primeira, invisível ao mundo, para arrebatar a sua Igreja antes da Grande Tribulação; a segunda, visível e corporal, com a sua Igreja glorificada, para reinar sobre o mundo durante mil anos.
Minha reflexão: Como viver a esperança sem especular datas?
Eu creio no comparecimento ante o Tribunal de Cristo de todos os cristãos arrebatados, para receberem a recompensa pelos seus feitos em favor da causa de Cristo na Terra.
Minha reflexão: Como servir com responsabilidade mesmo quando ninguém observa?
Eu creio no Juízo Final, onde comparecerão todos os ímpios desde a Criação até o fim do Milênio, os que morrerem durante o período milenial e os que, ao final desta época, estiverem vivos. E na eternidade de tristeza e tormento para os infiéis e vida eterna de gozo e felicidade para os fiéis de todos os tempos.
Minha reflexão: Como compartilhar minha esperança com respeito e acolhimento?
Eu creio que o casamento foi instituído por Deus e ratificado por nosso Senhor Jesus Cristo como união entre um homem e uma mulher, nascidos macho e fêmea, respectivamente, em conformidade com o sexo de criação geneticamente determinado.
Minha reflexão: Como cultivar cuidado, fidelidade e respeito na vida familiar?
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Como cristão, compartilho o que creio e estudo para orientar quem deseja conhecer Jesus, compreender o evangelho e dar os primeiros passos na fé.

Uma reflexão cristã em primeira pessoa sobre os 16 artigos de fé das Assembleias de Deus e o compromisso de transformar crenças em atitudes.

Um roteiro pessoal para consultar a referência institucional, preservar o contexto e encaminhar dúvidas à liderança local.

A gratidão pode caminhar com honestidade sobre a dor. Proponho uma pausa para oração e discernimento, sem exigir que alguém esconda o sofrimento ou abandone apoio familiar, pastoral ou profissional.

Uma decisão difícil merece oração e atenção. Nesta reflexão pessoal, convido a pedir sabedoria e buscar orientação responsável, sem usar a oração para evitar informação, conselho ou deveres.

A passagem apresenta práticas da comunidade cristã nascente. Proponho estudar ensino, convivência e cuidado sem transformar uma descrição histórica em promessa de resultado financeiro ou fórmula obrigatória para toda situação.

Neste estudo, proponho três movimentos: observar o texto, entender a conversa e pensar na aplicação. A parábola nasce de uma pergunta; ler só a história sem essa conversa pode empobrecer a interpretação.

O pedido dos discípulos revela uma disputa por posição; Jesus direciona a conversa para o serviço. Minha proposta é aplicar essa reflexão à maneira de tratar pessoas, sem apresentar prestígio como sinal de maturidade espiritual.

Neste esboço pessoal, proponho refletir sobre a diferença entre ouvir uma orientação e permitir que ela transforme atitudes. O texto relaciona escuta, domínio da fala e prática; não autoriza medir a fé de alguém apenas por aparência.
Compartilho meus estudos como reflexões pessoais. Para agenda, condução dos cultos, batismo e Santa Ceia, sigo a orientação da liderança da minha igreja. Consulto o estatuto institucional como referência e confirmo a aplicação com a liderança local.
Eu consulto CEADEMA e COMADESMA como entidades distintas, sem apresentar meu site como porta-voz dessas instituições. Uso uma imagem ilustrativa gerada por IA na abertura; ela não retrata minha congregação.
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